Tina, a japa mais brasileira da UEM

By | sexta-feira, outubro 23, 2015 Leave a Comment
VocĂŞs perceberam que o blog da Tecidoteca está passando por várias mudanças? Estamos trabalhando para deixa-lo mais a cara do curso e dos alunos de Moda da UEM!  Estamos criando novas categorias, trazendo o curso da UEM para dentro dos posts, e vocĂŞ tambĂ©m pode participar! AlĂ©m de poder sugerir pautas para o blog, toda semana vamos fotografar pelo campus da UEM looks bacanas de quem circula por nossa universidade, e vocĂŞ poderá conferir, comentar e quem sabe atĂ© ser o prĂłximo post da semana. 

Pra começar com pé direito a seção ESTILO UEM, fotografamos e conversamos com a japonesa mais brasileira da UEM, a Tina, que nos contou um pouco mais de sua relação com a moda e seu estilo!

Cristina Tamie Hara, Tina, como ela se apresenta e é conhecida por todos, tem 19 anos e está no 2º ano de Moda na UEM Cianorte. A Tina nasceu no Japão, na cidade de aikawa-cho Kanagawa, mas viveu a maior parte da vida no interior de São Paulo, na cidade de Presidente Venceslau.

Na visão da Tina, a moda tem o poder de transmitir aquilo que somos ou queremos ser e por isso acha que devemos usá-la para não passar despercebidos e fazer a diferença!

Ela contou para a gente que escolhe suas roupas de acordo com seu humor e que nĂŁo se sente pertencente a nenhum grupo ou tribo. “NĂŁo tenho um estilo definido, cada dia faço uma linha diferente. Tem dia que acordo meio skatista, outro meio patricinha, Ă s vezes mais sexy ou glam, e a partir da forma como eu estou me sentindo eu escolho meu look do dia”.

Ela tambĂ©m disse que nĂŁo tem nenhum Ă­cone de estilo e que nĂŁo segue nenhum blog muito conhecido. Apesar disso, Ă© antenada as tendĂŞncias, mas sĂł as usa quando realmente combinam com sua personalidade e estilo: “nĂŁo sou do tipo que usa uma peça sĂł quando está na moda, se eu a adquiri Ă© porque ela faz parte do meu estilo, entĂŁo, mesmo que ela já tenha "saĂ­do da moda", se eu me sinto bem com ela, continuarei usando”.

As marcas que a Tina mais usa nos Ăşltimos tempos sĂŁo a Colcci, a Farm, a Korova, a John John, a Billabong e a Schutz. SĂł aĂ­ já dá pra perceber como ela faz um mix de estilos nĂ©? Ah, ela falou que tambĂ©m gosta de encontrar pequenas lojas alternativas e compra tambĂ©m em lojas de departamento. “Das marcas internacionais as que eu mais admiro e me identifico sĂŁo a Moschino, Balmain e Alexander Mcqueen.”

Para o futuro profissional? Ela tem várias pretensões, mas nĂŁo sabe se pode planejar o destino. “Sou bem daquelas que vai pra onde a vida me levar. Em qualquer área que eu trabalhe que seja relacionada Ă  moda, com certeza serei realizada. Mas minha maior vontade Ă© trabalhar com a minha marca prĂłpria voltada para o social, em favelas no Rio de Janeiro, uma marca inspirada e voltada para as comunidades. Ou trabalhar com criação e consultoria no exterior.”

Aguardem muitos looks bacanas pessoal, estamos de olho em vocĂŞs!
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