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Atualmente o pĂşblico jovem e adulto tende a ouvir Podcasts e documentários sobre pessoas reais, que sĂŁo admirados profissionalmente, inspirações para os profissionais da mesma área, ou que anseiam se profissionalizar no mesmo ramo. Aos aspirantes da carreira fashion, a Netflix estreou recentemente, um  documentário em sua prĂłpria plataforma de streaming, chamado ´´Wonder Boy``.


Fonte: Balmain



Como afirma a estrela do longa-metragem, o documentário acompanha a vida pessoal e profissional sobre um jovem que adquiriu o sucesso, sem necessariamente ter conseguido muita sorte no passado, mas lutou para conseguir. Este é Olivier Rousteing, diretor criativo da grife francesa Balmain. Admirado, não somente por sua criatividade e talento, mas também por ter alcançado o cargo que está hoje, com somente 25 anos.


Fonte: L´Officiel



Em principal as gravações feitas em 2019, acompanham um vazio, que desde a infância Rousteing almeja preenchĂŞ-lo, falta essa que afeta sua identidade. Em meio a essa trajetĂłria, a exibição acompanha parte do processo criativo, desenvolvimento de novas coleções e desfiles, sob os direcionamentos de Olivier. 

A mensagem transmitida aos espectadores Ă© que um profissional extraordinário e acarretado de sucesso nĂŁo Ă© apenas quem ele Ă©. Olivier Rousteing teve a ousadia de expor suas fragilidades, mas tambĂ©m salientou indiretamente o quanto famĂ­lia Ă© importante, um pilar da vida, e como ele Ă© amado, cuidado e protegido por sua famĂ­lia. 


Fonte: Netflix



O documentário ´´Wonder Boy``, produzido pelo StudioCanal, diferente do que se costuma assistir em filmes, sĂ©ries e atĂ© mesmo documentários sobre moda, teve o foco em demonstrar a pessoa e nĂŁo a marca, deste modo obteve um viĂ©s mais humano e Ă­ntimo sobre quem está por trás dos holofotes da Balmain.   

 O seriado lançado recentemente pela plataforma de streaming Netflix, nomeada de Round 6 e/ou  Squid Game, está fazendo o maior sucesso, e há apostas de que os figurinos dos personagens serĂŁo inspiração para as fantasias das festas de Halloween, alĂ©m do mais, em lojas fĂ­sicas e virtuais já se encontram as fantasias a venda, como no site do Mercado Livre. 


Fonte: Prensa


O longa metragem Ă© recheado de referĂŞncias histĂłricas e artĂ­sticas, como a mascará do lĂ­der do jogo, que Ă© preta em formato geomĂ©trico. Como afirma o diretor Hwang Dong-hyuk, a máscara Ă© inspirada no vilĂŁo mascarado, Darth Vader, uma homenagem ao antagonista de Star Wars. 


Fonte: POPline


Logo de inĂ­cio, ao assistir a sĂ©rie, Ă© fácil de reconhecer os sĂ­mbolos do controle do jogo PlayStation, nas máscaras dos guardas vermelhos, que sĂŁo cĂ­rculos, triângulos e quadrados. Assim como o controle, na narrativa, cada sĂ­mbolo Ă© denominado para uma certa função e sĂŁo liderados por algo maior. O formato das máscaras, oval e na cor preta, sĂŁo inspiradas nas formigas, pois sĂŁo insetos trabalhadores, que se organizam em filas, sequĂŞncias e funções, assim como agem os guardas vermelhos. 


 Ainda sobre os guardas, a cor de seus uniformes Ă© de chamar atenção, e condiz com a temática da dramaturgia, pois a cor vermelha Ă© um tom vibrante, que chama a atenção. A peça de roupa que eles usam Ă© um macacĂŁo, e nĂŁo Ă© por acaso, a escolha foi feita pelo fato das crianças usarem bastante esse tipo de peça, e tambĂ©m combina com os cenários infantis em que viviam. 


Fonte: O VĂ­cio

O uniforme dos jogadores por sua vez, representam a identidade dos participantes, sendo roupas confortáveis, um conjunto de calça, blusa, jaqueta e tĂŞnis, ideal para se movimentar e nĂŁo impedia os personagens de participarem dos jogos. As cores de suas roupas, verde e branco, sĂŁo simpáticas e nĂŁo chamam a atenção. 


Fonte: Pinterest

Sabendo os motivos dos figurinos de cada personagem, já escolheu com qual vocĂŞ vai se fantasiar nesse Halloween? 

Nesta quarta-feira 15 de novembro foi ao ar no programa Extendendo da UEM - TV uma reportagem sobre a Tecidoteca. O programa tem como intuito a divulgação de projetos de extensĂŁo da Universidade Estadual de Maringá. Foi abordado assuntos relacionados diretamente ao tĂŞxtil e a moda e como Ă© feita a catalogação dos tecidos. Explicamos tambĂ©m como transformar os fios em produtos de moda e sobre  o funcionamento do nosso acervo de bandeiras tĂŞxteis.
Ressaltando que a Tecidoteca é aberta a todos os acadêmicos e a comunidade externa que busca conhecimentos mais profundos sobre as informações da bandeira e as especificidades dos têxteis.

Confira a reportagem completa!!!


No dia 9 de Novembro foi desenvolvida na Tecidoteca a oficina de identificação de materiais tĂŞxteis, no qual os alunos adquiriram muito conhecimento aprendendo sobre os tipos de fibras e de materiais tĂŞxteis, observando as ligações dos tecidos por meio do conta fios manual e eletrĂ´nico, foi feito tambĂ©m o teste de queima para descobrir a composição do tecido, desenharam o rapport das ligações, e ao tĂ©rmino da oficina foram aptos a diferenciar um tecido plano de uma malha.  AlĂ©m de conhecerem um pouco mais sobre a Tecidoteca e nosso acervo de bandeiras tĂŞxteis.



No dia 28 de outubro foi ao ar, no canal da RPC, afiliada Rede Globo aqui do Paraná, a reportagem sobre a Tecidoteca, onde contamos sobre como funciona o projeto, onde são feitos os testes para compor nossa bandeira têxtil, a importância do projeto para os alunos e também, mostramos como funciona o conta fios eletrônico. Confira toda a reportagem aqui!












E no dia 29 de outubro, saĂ­mos na UEM TV, onde foi gravada um pouco sobre a Oficina de Identificação de Materiais TĂŞxteis, onde explicamos a relação entre a Tecidoteca e o evento Semana do Livro e da Biblioteca. Informamos sobre as nossas bandeiras e como os alunos e a comunidade podem utilizar o nosso acervo. Confira a reportagem na Ă­ntegra, no minuto 2:19 do vĂ­deo! 


No final de semana dos dias 21 e 22 de outubro saiu uma matéria no jornal A Tribuna, de Cianorte, sobre a Tecidoteca. A matéria discorre sobre nosso acervo, os testes desenvolvidos no laboratório têxtil de Goioerê e nossas mídias sociais.
Para conferir a matéria na integra, clique aqui.



E no final de semana dos dias 28 e 29 de Outubro, a Tecidoteca escreveu para o mesmo Jornal uma coluna de moda. O título da matéria foi A Camisa da Seleção Brasileira: Um Olhar Têxtil/Moda, onde falamos sobre algumas informações e curiosidades das camisas da seleção brasileira ao longo do tempo. Essa matéria ainda não foi publicada no site da Tribuna.
O jornal A Tribuna, quinzenalmente irá publicar uma coluna escrita pela Tecidoteca. Ela sairá nas edições de final de semana e no site da Tribuna de Cianorte, não percam!



Começa, no dia 23 de outubro, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), a 3ÂŞ Semana do livro e da Biblioteca e a Tecidoteca foi convidada para ministrar a oficina de identificação de materiais tĂŞxteis, na terça feira, dia 24 de outubro, das 14 Ă s 17 horas, na sala de preceptoria da Biblioteca Central, bloco P03, 1Âş andar, no Campus Central. A oficina será gratuita, e a inscrição pode ser feita pelo site.


AlĂ©m das oficinas, minicursos e apresentações culturais, a Semana, promovida pela Biblioteca Central, da UEM, contará com duas exposições ("Ssurreall - Digital Collage" e "Exposição de obras danificadas e restauradas", que ocorrem no hall de entrada da Biblioteca Central)  e uma feira de troca de livros, alĂ©m da premiação para freqĂĽentadores com melhor assiduidade tanto nos emprĂ©stimos quanto nas devoluções dos livros.
A abertura do evento será às 8 horas, do dia 23 de outubro, na Biblioteca Central.
Nos encontramos lá então!
Ontem, dia 06/07, foi finalizada a I Oficina de Bordados da nossa Tecidoteca, que agradou nĂŁo apenas os participantes mas tambĂ©m foi muito divertido para nĂłs, dividindo nosso espacinho para compartilhar conhecimento com outras pessoas.
Para ficarem por dentro de como foi o Ăşltimo dia, trouxemos alguns detalhes para vocĂŞs...
































Duas alunas deixaram os seus depoimentos em relação à Oficina e o que a mesma proporcionou para elas.
1- O que acharam da nossa primeira Oficina de Bordados?
Camille Starcke : Achei muito legal, aprendi muito, pois não tinha conhecimento sobre bordar e com auxilio dos profs, o desenvolvimento foi muito produtivo, aprendemos mais do que o esperado, foi ensinado o ponto cruz, ponto trás, corrente e cheio.
Heridiane Soares: Interessante, já possuía conhecimento do bordado e alguns pontos, mas com a oficina pude aprimorá-los; e dos pontos que mais gostei foi o ponto cruz.
2- Depois das nossas aulas, o que acham sobre a valorização do artesanato e do handmade?
Camille Starcke: Depois das aulas, pude ver o quanto é trabalhoso e gratificante, sendo assim, acho importante a valorização dessa arte.
Heridiane Soares:  Bem importante, quando vemos pronto os bordados, antes das aulas nĂŁo pensávamos que eram tĂŁo trabalhosos e colocando em prática, percebamos o quanto Ă© importante essa valorização.
3- Sobre as prĂłximas turmas da nossa oficina de bordados, vocĂŞs alunos que vĂŁo ensinar tudo que aprenderam nas aulas, o que acham desse ensino e conhecimento compartilhado entre alunos?
Camille Starcke e Heridiane Soares: Conhecimento Ă© pra ser compartilhado! E vai ser legal poder ensinar aos outros tudo que aprendemos.

Ficou interessado na Oficina? Quer participar?
EntĂŁo para vocĂŞ que havia dado o nome para participar já está na lista da segunda turma, que ficará para os dias 20/07 e 27/07, das 14:00 as 18:00, na Oficina de Moda/Sala II. As instrutoras que ajudarĂŁo no desenvolvimento das aulas serĂŁo: Denise, Camille, Lorena, Heridiane, JĂ©ssica e Maria, todas alunas de moda da nossa Universidade. A Ăşnica coisa que vocĂŞs precisam fazer Ă© confirmar presença com o LuĂ­s do segundo ano de Moda e comparecer no dia. NĂŁo fiquem de fora dessa... esperamos por vocĂŞs! <3

I Turma da Oficina de Bordados e seus Ministrantes

Como havĂ­amos dito no nosso post anterior, a Tecidoteca participou neste domingo da II Family Winter Race, expondo nosso acervo, alguns trabalhos acadĂŞmicos, e realizando o nosso banco de trocas de retalhos de tecidos. A partir disto, trouxemos para vocĂŞs algumas fotinhas para ficarem por dentro de como foi esta nossa exposição:






NĂłs da Tecidoteca adoramos participar do evento e agradecemos a oportunidade!
Esperamos a presença de vocês na próxima, fiquem atentos nas nossas redes sociais... <3

Na semana passada, aconteceu aqui no Campus da UEM de Cianorte a Semana do Design, que além de ter proporcionado uma oportunidade de expansão do conhecimento aos alunos, também foi essencial para guiá-los em relação aos possíveis caminhos que se pode seguir na procura de um novo emprego ou em alguma especialização. O foco do "Start Design", como foi intitulada a semana, visou o início da vida do acadêmico como designer, depois de formado.
Ficou curioso? Abaixo vocĂŞ acompanha fotos de algumas oficinas e palestras, que foram ministradas por grandes profissionais. Entre eles se destacam a ilustradora Nady Máximo; o designer automotivo Fernando Morita; o designer de produto Guilherme Wentz; designer de jĂłias Flávia Rigoni; Edson Matsuo, diretor de criação da Melissa e Milene Kazama, veterana do curso de Design da UEM, atualmente designer da Volkswagen. 

Aquarela































Biojoias









































Estampas






















Fotografia


Grafite













Sketch Automotivo



Para finalizar a sequĂŞncia de palestras, na sexta-feira 03 de Junho, a nossa Universidade recebeu com carinho o diretor criativo da marca Melissa, Edson Matsuo. Algumas das abordagens do designer  em sua palestra foram conceitos de propĂłsito de vida, de trabalho coletivo e um design com as pessoas, nĂŁo sĂł para as pessoas! AlĂ©m disso, introduziu o termo "eunovação" que está relacionado com o autoconhecimento e autopreparação para melhor se relacionar com seus colegas de trabalho; tambĂ©m ter orgulho de suas origens e conquistas para se ter um bom design.



























Palestrantes


Muito orgulho pelo evento grandioso que aconteceu em nosso Departamento! A Tecidoteca parabeniza os organizadores pelo sucesso da Start Design, que finalizou deixando saudades. Que venha a prĂłxima!

Tecidos fofos ♥

Algumas alterações foram feitas no blog da Tecidoteca! Agora teremos categorias novas por aqui, incluindo novas abas no menu, o que facilitará muito a navegação de vocĂŞs, nossos visitantes e alunos. Aproveitem! 

A cada dia a população e empresas estão reconhecendo a importância dos tecidos para a indústria e construção do vestuário, como isso, a Tecidoteca entra para o auxilio na identificação e especificações de um tecido, como sua largura, comprimento, conforto tátil entre outras.

Com o intuito de levar para a população de Cianorte e Região, a Tribuna de Cianorte veio até nós para conhecer e repassar o trabalho realizados por Acadêmicos e Professores da Universidade Estadual de Maringá, no Campus regional de Cianorte .

Agradecemos a jornalista Aida Franco de Lima e toda equipe Tribuna de Cianorte.


Confira na Ă­ntegra a entrevista: 





A tecidoteca mais completa do Brasil está em Cianorte em uma sala colada à biblioteca da UEM. Ela nasceu em 2009, como projeto de extensão, unindo academia à comunidade. Nela está sendo registrada a memória local, como também regional, de tecidos que marcam as temporadas.
Mesmo com cerca de 500 confecções, Cianorte ainda nĂŁo tinha um trabalho que catalogasse as malharias que passaram pela cidade. Como a moda Ă© efĂŞmera e cĂ­clica, dentro da bandeira, que Ă© a amostra de uma peça catalogada, ficam registradas todas suas informações. “Se o empresário visitar a tecidoteca, poderá ver um tecido usado em 98, calcular quanto vai ter de produção e poupar o trabalho”, explica o engenheiro tĂŞxtil, o professor Ronaldo Salvador Vasques.  “Temos muitas doações da comunidade, que Ă© bem atuante, e que faz o projeto crescer”.
De acordo com Vasques, a tecidoteca Ă© um acervo de bandeiras tĂŞxteis, que identificam as especificações de um tecido plano, o jeans, ou de uma malha, largura, comprimento, o toque sensorial, fios, todo o processo do tecido dentro da indĂşstria. “A importância da  tecidoteca Ă© porque muitas vezes no processo de confecção surgem dĂşvidas com relação ao lado direito e avesso ou  caimento, Ă  estação para qual se destina, o modo correto para a lavagem industrial ou no processo da dona de casa, se vai enxaguar, se vai sair tinta”, explica o professor. Quando o tecido está catalogado na tecidoteca, essas dĂşvidas sĂŁo esclarecidas. 
A tecidoteca de Cianorte, que deverá ser o tema de doutorado de Vasques, tem um diferencial significativo, pois analisa na íntegra o tecido. Isso é possível graças à união do curso de Moda com o de Engenharia Têxtil, na extensão de Goioerê. Os testes realizados nos laboratórios químicos e de controle de qualidade permitem que o tecido seja rastreado por completo, identificando seu peso, gramatura, resistência, lavagem, entre outros.
“O diferencial em todo o Brasil Ă© que somos um curso de Moda que tem especificidade na área tĂŞxtil. As outras instituições contam com um catálogo simples, fornecido pelas indĂşstrias. Aqui, nosso aluno tem uma confirmação de que os dados sĂŁo reais, alĂ©m de participar diretamente do processo de coleta dessas informações”, destaca Ronaldo.
A peça que será catalogada deve ter no mĂ­nimo um metro e meio. SĂŁo necessários trĂŞs meses para que sejam elaboradas cinco bandeiras. Um fator primordial Ă© que na tecidoteca local a peça tem designada o segmento a qual pertence, como moda infantil, camisaria masculina ou lingerie. 

Teoria e prática solidificam o aprendizado em Moda




A acadĂŞmica Bianca Fuentes, diz que os procedimentos mensais realizados com as peças no laboratĂłrio tĂŞxtil de GoioerĂŞ enriquecem o aprendizado dentro da academia. “AlĂ©m disso tenho um contato a mais com os professores e isso abre ainda mais os horizontes para o mundo acadĂŞmico”.
Linda Lara Ă© outra integrante do projeto e conta que tambĂ©m estĂŁo trabalhando no desenvolvimento de bolsas destinadas Ă  VII Semana de Pedagogia. “Elaboramos todo o processo, desde a criação, arte, modelagem e confecção. SĂł o bordado Ă© terceirizado”, explica. O lucro das 160 bolsas produzidas será revertido para as participações em congressos, que dĂŁo suporte Ă  base teĂłrica da tecidoteca.
Os textos são escritos pelos alunos, orientados pelos professores coordenadores. Já contabilizam inúmeras matérias em jornais e publicações renomadas. Foi a banca do Contexmod, o maior evento do segmento no Brasil, que considerou a tecidoteca de Cianorte a mais completa.



Márcia Regina Paiva, formada em biblioteconomia, explica que foram necessários trĂŞs anos para se chegar ao modelo atual da bandeira tĂŞxtil, estruturada em padrões e normas da ABNT e ISO.  InĂ©dita, está em vias de ser patenteada. “Deveremos inserir as bandeiras tĂŞxteis junto ao catálogo online da biblioteca, que levará a um link do blog com todo o material digitalizado”, explica.
O acadĂŞmico Rodrigo Pereira mostra com orgulho duas peças que fazem parte do acervo da tecidoteca. Um vestido, de seda, usado no filme Nosso Lar e um casaquete, em macramĂŞ, do filme O Inventor de Sonhos. As peças foram doadas pela ex-aluna do Curso, Carolina Terrav. Participam ainda do projeto da Tecidoteca os professores FabrĂ­cio Fortunato, Franciele Megucci e Silvia Bortoloto, alĂ©m da aluna Nadir Gomes. 





Confira mais no site da Tribuna: aqui! 

Confira na Ă­ntegra o artigo da TECIDOTECA divulgado no SebastiĂŁo - Carderno de ExtensĂŁo da Universidade Estadual de Maringá.


Tecidoteca UEM: Acervo de tecidos e malhas para acadĂŞmicos e profissionais da MODA 


Fundada em 2009, a Tecidoteca Ă© um projeto de extensĂŁo localizada na Universidade Estadual de Maringá, no Campus Regional de Cianorte - Paraná. O projeto tem o intuito de disponibilizar um acervo de bandeiras tĂŞxteis (tecido, malha e nĂŁo-tecido) para consulta e pesquisa dos acadĂŞmicos dos cursos de Moda, Design de Produto, Engenharia tĂŞxtil, Engenharia de produção com ĂŞnfase em confecção, bem como profissionais do setor do vestuário, possibilitando o manuseio da matĂ©ria prima, com a função de entender, conservar, conhecer e organizar os tĂŞxteis como documentos para pesquisa em moda e áreas afins. E virtualmente por meio de um blog[1] e página no facebook[2] para poder alcançar pessoas interessadas, porĂ©m que nĂŁo tem a disponibilidade de ir atĂ© a universidade.  
 O conhecimento, a nomenclatura e a classificação dos tecidos sĂŁo de grande utilidade para o profissional de moda, visto que o tecido Ă© a matĂ©ria prima mais usada para produção de moda. A grande variedade de tecidos e suas semelhanças mostram a importância de ter um acervo disponĂ­vel para pesquisas, já que alĂ©m da visualização do artigo tĂŞxtil, o manuseio deste para análise Ă© de grande valia para um profissional na área. 
 Na tecidoteca, os usuários e as indĂşstrias do vestuário terĂŁo acesso ao arquivo de amostras de diversos tecidos, com informações sobre suas fibras (poliĂ©ster, algodĂŁo, poliamida, linho, rami, pet, viscose e outros), encolhimento, textura, largura, peso, cores, estampas/desenho entre outro. As análises sĂŁo baseadas no manuseio, corte, teste e fotos dos tecidos plano, malhas e nĂŁo tecidos. Para esses testes, a Tecidoteca conta com a parceria do curso de graduação de Engenharia tĂŞxtil ofertado no Campus Regional de GoioerĂŞ (GoioerĂŞ, PR). Sendo assim, apĂłs a coleta das informações e análise no laboratĂłrio de GoioerĂŞ , Ă© confeccionada uma bandeira tĂŞxtil com suas devidas especificações.
Atualmente temos 12 atuantes no projeto, entre eles professores e acadêmicos do curso de moda da UEM. Os encontros para a realização do projeto são semanais as quartas-feiras no período da manhã e tarde na sala 06 conjunto à Biblioteca no Campus Regional de Cianorte, na Universidade Estadual de Maringá.
AtĂ© o momento o projeto de extensĂŁo Tecidoteca teve como resultados mais vinte bandeiras tĂŞxtil e algumas publicações cientĂ­ficas, entre eles artigos apresentados no ColĂłquio de moda, o  maior congresso de moda nacional, e no Contexmod, congresso cientifico de TĂŞxtil e Moda.  




[2] Página Facebook:  Tecidoteca Página