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Dados Históricos dos Têxteis: Trilobal Fit (Texto Completo)

A indústria têxtil é composta por diversos processos, desde a fiação, tecelagem, malharia, beneficiamentos, entre outros, possibilitando a construção de tecidos diversificados, como os planos, as malhas e os não tecidos (Rosa, et al., 2025). Contudo, cada tecido possui seu método de construção. As malhas, por exemplo, são entrelaçadas por laçadas e podem ser feitas por teares retilíneos ou circulares, e são divididas em malharia por urdume e malharia por trama, estrutura referente ao artigo têxtil presente nesta bandeira (Pezzolo, 2007). A poliamida (PA), primeiramente nomeada como náilon, é a composição principal desta malha. Surgiu em 1935, através de uma pesquisa dirigida pelo químico Wallace Carothers da empresa DuPont, e foi a primeira fibra sintética a ser produzida industrialmente pela mesma. Apesar de ser aplicada inicialmente em equipamentos de segurança como paraquedas, cintos de segurança, entre outras ferramentas usadas durante a Segunda Guerra Mundial, posteriormente foi aprimorada para a utilização na indústria do vestuário (Pezzolo, 2007). Devido à sua baixa absorção de umidade, fácil texturização e excelente viabilidade com acabamentos têxteis, a poliamida é considerada uma das fibras sintéticas mais nobres (Romero, et al., 1995), assim é vista como multifuncional na indústria têxtil e do vestuário, sendo adotada na fabricação de roupas, lingeries, meias, linhas de costura, tapetes, entre outros (Colombi, 2016). A segunda fibra que compõe esta malha é o elastano (PUE), fibra inventada e registrada pela DuPont como Lycra, cuja função é atribuir elasticidade aos tecidos, sendo eles malhas ou planos, possibilitando assim a confecção de peças que aderem ao corpo (Daniel, 2011). Dessa forma, a combinação dessas fibras têxteis garante uma excelente vestibilidade, conforto e resistência.


REFERÊNCIAS


COLOMBI, Bruna Lyra. Polimerização da poliamida 6, 6: uma breve revisão.  Revista eletrônica de materiais e processos , v. 11, n. 3, pág. 121-129, 2016. Disponível em:

https://remap.revistas.ufcg.edu.br/index.php/remap/article/view/580. Acesso em: 26 de agosto de 2026.  


DANIEL, Maria Helena. Guia prático dos tecidos. Osasco, SP: Novo Século Editora, 2011. 


PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos : história, tramas, tipo e usos. São Paulo: Ed. Senac, 2007.


ROMERO, Luiz Lauro et al. Fibras artificiais e sintéticas . 1995. Disponível em:

https://web.bndes.gov.br/bib/jspui/bitstream/1408/4241/1/BS%2001%20Fibras%20Artificiais%20e%20Sintéticas_P.pdf. Acesso em: 26 de agosto de 2026. 


ROSA, Jorge Marcos; TRINDADE, Nelson Barros; BORELLI, Camila; CAMPOS, Maurício de. Tingimento têxtil sem segredos : desvendando procedimentos e insumos químicos . CRV, Curitiba, 2025. 










 

 


Dados Históricos dos Têxteis: Viscose Estampada  (Texto Completo)

A viscose (CV), originalmente conhecida como raiom, surgiu como uma “seda artificial” devido à sua semelhança com a seda natural. Essa fibra apresenta toque macio, caimento fluido e cores ricas e brilhantes. Sua base celulósica também contribui para que algumas de suas propriedades sejam semelhantes às do algodão e de outras fibras celulósicas naturais (Shaikh, 2012). Obtida a partir de uma solução viscosa resultante do tratamento químico da celulose da madeira, a viscose passa por processos químicos até a formação de sua fibra (Pezzolo, 2007). Entre suas características, destacam-se aspectos relacionados ao conforto e à resistência moderada à abrasão a seco. Entretanto, a fibra amarrota com facilidade, não suporta altas temperaturas como o algodão e pode apresentar amarelamento ao longo do uso (Shaikh, 2012). Na cadeia têxtil, as fibras que dão origem aos tecidos e às malhas são classificadas em categorias e subcategorias de acordo com sua origem e forma de obtenção. As fibras naturais podem ser de origem vegetal, animal ou mineral, enquanto as fibras químicas são classificadas em artificiais e sintéticas. As fibras artificiais são produzidas a partir de polímeros naturais, como a celulose da madeira e o línter do algodão. Já as fibras sintéticas são provenientes de polímeros sintéticos, geralmente derivados do petróleo, como o poliéster (Ferreira, 2024). A versatilidade da viscose permite sua utilização tanto de forma pura quanto em combinação com outras fibras, possibilitando a obtenção de diferentes aspectos nos tecidos (Shaikh, 2012). De acordo com Pezzolo (2007), os tecidos de viscose ou com mistura dessa fibra podem ser utilizados em diferentes segmentos do mercado têxtil, como tecidos planos, malhas, artigos de cama, mesa e banho, além de bordados e linhas. Essa diversidade evidencia sua ampla aplicação e sua importância para o mercado da moda e para a indústria têxtil.


REFERÊNCIAS 

FERREIRA, Ludimilla Barbosa. Estudo do comportamento de malhas de algodão

e viscose funcionalizadas com polipirrol. 2024. Dissertação (Mestrado Profissional

em Engenharia Têxtil) – Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Blumenau,

Blumenau, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/261241/PTEX0041-D.pdf?sequence=-1&isAllowed=y. Acesso em: 26 mai. 2026. 


PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos: história, tramas, tipos e usos. São Paulo, SP: Editora Senac São Paulo, 2007. 328 p.


SHAIKH, Tasnim; CHAUDHARI, Satyajeet; VARMA, Alpa. Viscose rayon: a legendary development in the manmade textile. Int. J. Eng. Res. Appl, v. 2, n. 5, p. 675-680, 2012. Disponível em: https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/124384841/DN25675680-libre.pdf. Acesso em: 26 mai. 2026. 


Gráfico de determinação da resitência à tração e alongamento do urdume:








Dados Históricos dos Têxteis: Algodão Cru  (Texto Completo)

As fibras têxteis, são as principais matérias-primas da indústria têxtil, são obtidas e preparadas de modo tal que permitem construir os mais diversos tipos de tecidos, como planos, de malha, ou não-tecidos, visando a oferta das melhores condições de uso e conforto ao ser humano (Rosa, et.al, 2025). Desse modo, a fibra natural mais importante é a fibra do algodão. E ainda, as fibras de origem natural, encontradas “prontas na natureza”, são consideradas as mais antigas presentes na sociedade, e classificam-se como vegetais, animais e minerais, sendo estas submetidas a poucos processos físicos e químicos para serem transformadas em fios (Daniel, 2011). O algodão, fiado e tecido desde 3 mil anos antes de Cristo na Índia, é uma fibra natural vegetal, que nasce em volta da semente da planta de algodão, é comercializada globalmente em decorrência de suas características de conforto, maciez e durabilidade, além versátil, possibilitando a sua combinação com as mais diversas fibras (Pezzolo, 2007). Em razão dessas características, o algodão apresenta ampla aplicação na indústria têxtil, sendo empregado na produção de diferentes artigos de vestuário e produtos para o lar. Sua capacidade de absorção de umidade, respirabilidade e facilidade de tingimento contribuem para seu elevado uso na fabricação de tecidos, tornando-o uma das fibras naturais de maior relevância para o setor têxtil.


REFERÊNCIAS 

DANIEL, Maria Helena. Guia prático dos tecidos. Osasco SP: Novo Século Editora, 2011. 

PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos: história, tramas, tipo e usos. São Paulo: Ed. Senac, 2007. 

 ROSA, Jorge Marcos; TRINDADE, Nelson Barros; BORELLI, Camilla; ARAÚJO, Maurício de Campos. Tingimento têxtil sem segredos. Curitiba: Editora CRV, 2025. 146 p.


Gráfico de determinação da resistência à tração e alongamento do urdume:











 

Nos dias 02 e 03 de setembro ocorreu a Mostra de Profissões da UEM- Campus Regional de Cianorte. Foram dias de encontros, descobertas, troca de conhecimentos e muita criatividade, aproximando os estudantes do universo da universidade e das possibilidades que cada curso oferece 💜










 



 




Dados Históricos dos Têxteis: Cânhamo com Rayon (Texto Completo)

    Como fibra natural, o cânhamo é obtido da planta herbácea da família Cannabaceae (Cannabis sativa) (Pezzolo, 2007). Entre suas principais características de cultivo, destacam-se a flexibilidade climática, o rápido desenvolvimento, a dispensa do uso de pesticidas e a capacidade de absorver metais pesados presentes no solo (Vasques, 2025). Destaca-se, ainda, o comprimento de suas fibras, característica que contribui para sua elevada resistência à tração, rigidez e baixa densidade, possibilitando sua aplicação na produção de tecidos de diferentes gramaturas, desde os mais leves até os mais pesados (Chataignier, 2006). Essas propriedades ampliam suas possibilidades de uso para além da indústria têxtil. Nesse sentido, Freire (2021, p. 5) afirma que: “Essas características tornam as fibras de cânhamo um bom material para ser usado como reforço em materiais compósitos e em embalagens que exigem alta resistência [...]”. Apesar de suas características benéficas, o uso do cânhamo foi substituído pelo algodão (CO) e o linho (CL), pois exigia uma quantidade maior de mão de obra resultando em um processo de produção mais lento. A segunda fibra presente neste tecido é o rayon conhecido também como viscose, uma fibra de origem celulósica, obtida a partir da polpa da madeira submetida a tratamentos químicos para sua obtenção, sendo descrita também como “seda artificial” por conta de características como leveza, maciez e absorção de umidade (Chataignier, 2006). A partir disso a viscose (CV) se torna uma boa opção para misturas, agregando nas composições têxteis, por sua versatilidade a fibra pode ser utilizada em diversos segmentos têxteis como, tecidos planos, malhas, moda casa, bordados e linhas (Pezzolo, 2007), desse modo evidenciando sua multifuncionalidade


REFERÊNCIAS 


CHATAIGNIER, Gilda. Fio a Fio: tecidos, moda e linguagem. São Paulo: Estação das Letras Ed. 2006. 

FREIRE, Henrique Silva Araújo et al. Potencial de uso de cânhamo industrial (Cannabis sativa L.), para a produção de celulose fibra longa. Boletim Técnico SIF, v. 3, n. 1, p. 1-9, 2021. 


PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos: história, tramas, tipos e usos. São Paulo, SP: Editora Senac São Paulo, 2007. 328 p.


VASQUES, Ronaldo Salvador et al. A FIBRA DO CÂNHAMO (CH): ANÁLISES COMPARATIVAS DE ENSAIOS TÊXTEIS COM AS FIBRAS NATURAIS. Revista Contemporânea, v. 5, n. 5, p. e8071-e8071, 2025. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/editoraimpacto/article/view/8809. Acesso em: 2 jun 2026.


Gráfico de determinação da resitência à tração e alongamento do urdume:







 








             Dados Históricos dos Têxteis: Xadrez Madras (Texto Completo)

Na cadeia têxtil, as fibras que dão origem aos tecidos e às malhas são divididas em categorias e subcategorias, de acordo com sua origem e forma de obtenção. As fibras naturais podem ser de origem vegetal, animal ou mineral. As fibras químicas podem ser classificadas em artificiais e sintéticas. As artificiais são produzidas a partir de polímeros naturais, como a celulose da madeira e o línter do algodão, enquanto as sintéticas são provenientes de polímeros sintéticos, geralmente derivados do petróleo, como o poliéster (Ferreira, 2024). Originalmente conhecida como raiom, a viscose (CV) surgiu como uma “seda artificial”, em decorrência de sua similaridade com a seda natural, proporcionando toque macio, caimento fluido e cores ricas e brilhantes. Sua base celulósica também contribui para que muitas de suas propriedades sejam semelhantes às do algodão e às de outras fibras celulósicas naturais (Shaikh, 2012). Proveniente de uma solução viscosa obtida por meio do tratamento químico da celulose da madeira, a viscose é submetida a processos químicos para a obtenção de sua fibra (Pezzolo, 2007). A fibra apresenta características relacionadas ao conforto, como as já citadas, além de resistência moderada à abrasão a seco. Entretanto, amarrota com facilidade, não suporta altas temperaturas como o algodão e pode apresentar amarelamento ao longo do uso (Shaikh, 2012). Sua versatilidade a torna uma boa opção para misturas com outras fibras, podendo ser utilizada pura ou combinada, a fim de proporcionar diferentes aspectos ao tecido (Shaikh, 2012). De acordo com Pezzolo (2007), os tecidos de viscose ou com mistura dessa fibra podem ser aplicados em diversos segmentos do mercado têxtil, como tecidos planos, malhas, artigos de cama, mesa e banho, além de bordados e linhas, evidenciando sua versatilidade de aplicações e sua importância para o mercado da moda e para a indústria têxtil.

Referências 

FERREIRA, Ludimilla Barbosa. Estudo do comportamento de malhas de algodão

e viscose funcionalizadas com polipirrol. 2024. Dissertação (Mestrado Profissional

em Engenharia Têxtil) – Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Blumenau,

Blumenau, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/261241/PTEX0041-D.pdf?sequence=-1&isAllowed=y. Acesso em: 26 mai. 2026. 


PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos: história, tramas, tipos e usos. São Paulo, SP: Editora Senac São Paulo, 2007. 328 p.


SHAIKH, Tasnim; CHAUDHARI, Satyajeet; VARMA, Alpa. Viscose rayon: a legendary development in the manmade textile. Int. J. Eng. Res. Appl, v. 2, n. 5, p. 675-680, 2012. Disponível em: https://d1wqtxts1xzle7.cloudfront.net/124384841/DN25675680-libre.pdf. Acesso em: 26 mai. 2026. 



Gráfico de determinação da resistência à tração e alongamento do urdume:




 






Dados Históricos dos Têxteis: Linho Tingido (Texto Completo) 

O linho é considerado uma das fibras mais antigas, sendo citado ao longo da história, juntamente com o algodão. Moudood (2019) diz: “O linho é uma fibra industrial importante que tem sido usada desde tempos antigos. Há mais de 30.000 anos, caçadores pré-históricos usavam fibras de linhaça selvagem torcidas para fazer cordas para empunhar ferramentas de pedra, tecer cestos ou costurar roupas”. No Egito, era utilizado em rituais de mumificação, nos quais assumia um papel simbólico de poder. Em algumas civilizações antigas, o tecido possuía valor monetário, sendo utilizado como moeda de troca. Na Bíblia, é mencionado tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento (Chataignier, 2006). Sendo uma fibra de origem natural vegetal, o linho destaca-se como uma opção de maior sustentabilidade, sendo mais durável que o algodão como adiciona Vasques (2025, p.4): “O tecido de linho é durável e resistente, e quando molhado pode ter 20% mais resistência do que em seu estado normal, o linho não encolhe nem alarga”, além de apresentar um processo de cultivo com menos impactos negativos ao meio ambiente (Pinto, 2021), corroborando com essa afirmação Daniel (2012, p.114) comenta: “Fibra natural de origem vegetal procedente do talo do linho, tem como principal característica o aspecto rústico natural de sua fibra”. Entre as características notáveis da fibra, destacam-se o comprimento, o isolamento térmico e as propriedades antibacterianas. O isolamento térmico permite que, em climas quentes, proporcione frescor e, em climas frios, conforto (Pezzolo, 2007). Dessa forma, pode ser utilizado de diversas maneiras, como na fabricação de tecidos finos, rendas e produtos têxteis para o lar (Chataignier, 2006). O tingimento integra a área de beneficiamento têxtil e tem como objetivo atribuir ao tecido uma coloração distinta da original (Chataignier, 2006). No processo de tinturagem, pigmentos são aplicados ao tecido e fixados por agentes químicos. Posteriormente, na etapa de acabamento, são realizados processos adicionais de fixação e lavagem para a remoção do excesso de corante (Galeti, 2021). Desse modo observa-se, que embora o linho seja uma fibra antiga, ela persiste na atualidade, sendo aplicada de diversos modos a diversas áreas.


REFERÊNCIAS

CHATAIGNIER, Gilda. Fio a Fio: tecidos, moda e linguagem. São Paulo: Estação das Letras Ed. 2006. 

DA FONSECA PINTO, Elda Maria Rios et al. Análise Viabilidade Financeira Projeto Unidade de Processo de Preparação da Fibra de Linho Para Fiação. 2021. Dissertação de Mestrado. Universidade do Minho (Portugal). 

GALETI NARIMATSU, Bárbara Mayume; DO BEM, Natani Aparecida; WACHHOLZ, Larissa Aparecida; LINKE, Paula Piva; PEREZ LIZAMA, Maria de los Angeles; SOTO HEREK REZENDE, Luciana Cristina. CORANTES NATURAIS COMO ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL NA INDÚSTRIA TÊXTIL. Revista Valore, [S. l.], v. 5, p. e-5030, 2021. DOI: 10.22408/reva502020507e-5030. Disponível em: https://revistavalore.emnuvens.com.br/valore/article/view/507. Acesso em: 6 maio. 2026.

 Moudood A, Rahman A, Öchsner A, Islam M, Francucci G. Flax fiber and its composites: An

overview of water and moisture absorption impact on their performanc. *Journal of Reinforced Plastics and Composites*. 2019; 38(7):323-339. DOI:10.1177/0731684418818893)


PEZZOLO, Dinah Bueno. Tecidos: história, tramas, tipo e usos. São Paulo: Ed. Senac, 2007. 


VASQUES, Ronaldo Salvador et al. A FIBRA DO CÂNHAMO (CH): ANÁLISES COMPARATIVAS DE ENSAIOS TÊXTEIS COM AS FIBRAS NATURAIS. Revista Contemporânea, v. 5, n. 5, p. e8071-e8071, 2025. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/editoraimpacto/article/view/8809.  Acesso em: 7 mai 2026.



Gráfico de determinação da resistência á tração e alongamento do urdume: